Após morte brutal de cachorra, Proteção Animal Mundial envia cartas a Carrefour e CCZ de Osasco

05 de dezembro de 2018

Suspeita é de que o animal tenha sido cruelmente envenenado e agredido com barra de metal até a morte

A Proteção Animal Mundial repudia a crueldade cometida contra a cadelinha de rua, conhecida como Manchinha, no estacionamento do Carrefour de Osasco na última semana.

Nossa organização enviou uma carta oficial ao Carrefour e à Secretaria de Meio Ambiente de Osasco, órgão responsável pelo Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) da cidade, solicitando esclarecimentos sobre as circunstâncias que levaram à morte do animal e também sobre a incineração do corpo. 

O caso demanda uma investigação rigorosa para que todos os culpados sejam identificados e penalizados. Atos cruéis e injustificáveis, como o envenenamento e agressão a animais, infringem a Lei Federal de Crimes Ambientais n. 9605/1998 em seu artigo 32. Os cães são seres sencientes, capazes de sentir dor e medo; extremamente vulneráveis e dependentes dos humanos.

"Lamentamos profundamente saber que, além de sofrer com o abandono nas ruas, Manchinha ainda tenha sido submetida a uma morte tão brutal", diz Rosangela Ribeiro, nossa gerente de programas veterinários.

A morte da cachorrinha causou comoção nas redes sociais. Para Rosangela, esta é a hora de nos posicionarmos. "Juntos, vamos mostrar que a sociedade não tolera esse tipo de violência deliberada contra um animal e que exige penas mais severas para este tipo de crime", conclui ela.

"Lamentamos profundamente saber que, além de sofrer com o abandono nas ruas, Manchinha ainda tenha sido submetida a uma morte tão brutal"

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