Estamos trabalhando para salvar 70.000 animais após a passagem do furacão Otto na Costa Rica

29 de novembro de 2016

Nossa equipe de resposta a desastres chegou às regiões mais afetadas na última sexta-feira (25), um dia após a passagem do furacão. Estamos fornecendo alimentação de emergência e cuidados veterinários para bovinos, suínos, cães e gatos

Pessoas e animais estão se recuperando após chuvas, inundações, ventos e deslizamentos causados pelo furacão Otto. O fenômeno natural atingiu o país na última quinta-feira (24) e causou estragos, principalmente, nas áreas rurais.

Em nossa ação de resposta inicial, estamos ajudando 1.500 bovinos, 300 porcos, 900 cães e 200 gatos em Upala e Bagaces, regiões bastante afetadas pelo desastre. Também montamos uma clínica móvel para ajudar animais feridos e famintos. 

As famílias que vivem nos locais atingidos pelo furacão dependem do gado para subsistência, e muitos também mantêm animais de estimação, por isso era importante chegar até esses animais o mais rápido possível.

“A perda de animais tem um impacto social e econômico importante para as pessoas, especialmente aquelas com menos recursos e nas áreas rurais", explica Juan Carlos Murillo, nosso Gerente de Resposta a Desastres.

Trabalhando para proteger milhares animais

O furacão colocou os animais em risco de sofrer traumas, lesões e até afogamentos. Os sobreviventes estão vulneráveis a doenças, parasitas e infecções bacterianas.

Estamos trabalhando em conjunto com a Comissão Nacional de Emergência, os Serviços de Saúde Animal (SENASA) e outras organizações especializadas para prestar mais assistência aos animais e suas famílias nos próximos dias.

Nossa meta é atender a 70.000 animais.

Além de trabalhar com os animais da Costa Rica, estamos em contato com equipes na Nicarágua e no Panamá para monitorar a necessidade assistência nesses países, que também foram atingidos pelo furacão Otto.

Veja também: ONU reconhece a importância dos animais na redução de riscos de desastres

"A perda de animais tem um impacto social e econômico importante para as pessoas, especialmente aquelas com menos recursos e nas áreas rurais" - Juan Carlos Murillo, Gerente de Resposta a Desastres.

Compartilhe

WhatsApp