O Brasil tem potencial para liderar uma mudança em favor do bem-estar dos animais na América Latina. A produção brasileira de carne suína ocupa o 4º lugar no mundo, atrás apenas da China, União Europeia e Estados Unidos.

Há anos, a Proteção Animal Mundial vem trabalhando junto à indústria e ao governo para melhorar a vida de bilhões de animais. Em 2014, a BRF, uma das maiores companhias de alimentos do planeta, tornou-se uma das primeiras megaempresas do setor a anunciar a transição para a gestação em grupo, com o nosso apoio técnico.

Essa mudança, somada às das outras duas maiores empresas do setor, beneficiará 48% das porcas criadas no Brasil.

Tendência mundial

Fora do país, a mudança também começou. A União Europeia é responsável por 20,5% da produção mundial de suínos. Os países europeus foram os primeiros a banir o confinamento de porcas em gaiolas durante toda a gestação e a elevar os padrões de bem-estar animal.

O enriquecimento do ambiente onde vivem os porcos – com palha, por exemplo – também foi estabelecido como obrigatório para os países da União Europeia e os que exportam carne suína para a região.

Mude a vida dos porcos: assine agora nossa petição!

Peça ao Ministério da Agricultura que crie uma legislação para acabar com práticas ultrapassadas e cruéis na criação de porcos – como a castração sem anestesia, o corte de orelhas e a gestação em gaiolas.

Consumo ético

Cada vez mais, o bem-estar animal vem sendo exigido pelos próprios consumidores. Recentemente, 75.000 pessoas se juntaram à nossa campanha “Mude Pelos Frangos” pelo fim da criação de frangos em gaiolas.

Entre as principais redes de fast-food que já se comprometeram a aumentar seus padrões de bem-estar animal estão McDonald’s, Subway e Burger King – que também prometeu melhorias em toda sua cadeia de fornecedores.

Agora é a hora de mudarmos a vida dos porcos. Atualizando a sua legislação, o Brasil pode melhorar as condições em que mais de 42 milhões de animais são criados.

Compartilhe